FÓRUM
MARCA O DIA ‘D’ DA DENGUE EM PARELHAS
Hoje
(30) é o Dia ‘D’ Contra a Dengue
em Parelhas. Para marcar a data foi realizado um
Fórum pela manhã em que foram discutidos
e apresentados os trabalhos que vêm sendo
desenvolvidos na cidade na luta contra o mosquito
transmissor da doença. O Debate foi realizado
no Plenário da Câmara Municipal com
a transmissão ao vivo pela rádio AM
Parelhas. O evento foi aberto pelo Prefeito Antônio
Petronilo, que falou sobre a doença, seus
riscos e como prevenir-se.
Também estiveram presentes o Secretário
Municipal de Saúde, Tarcísio Clementino,
os vereadores Gilson Enéas de Medeiros, Wellington
Araújo, José Rogério Dantas,
José Sebastião da Silva, o Coordenador
de Endemias da Cidade, Vinícius dos Santos,
a representante da Vigilância Epidemiológica,
Ionete Rodrigues, as orientadoras de saúde,
Ednaira Medeiros e Jucênia Silva, a enfermeira
do PSF, Rosângela Nóbrega e o administrador
do Hospital de Parelhas, José Juarez da Silva.
Todos com o objetivo de discutir sobre a situação
da doença na cidade. “Nosso Dia D da
Dengue é realizado todos os dias, com trabalhos
de campo nas casas”, disse o Secretário
de Saúde, Tarcísio Clementino.
Tarcísio
falou ainda a respeito da criação
do Comitê de Controle da Dengue, cujo trabalho
está previsto para ser iniciado no mês
de junho. “Esse será mais um meio para
conscientizarmos as pessoas que além de combatermos
o mosquito, temos que nos prevenir contra ele em
relação ao futuro, principalmente
no período de inverno”, explicou o
secretário. A formação do Comitê
terá em sua composição integrantes
da comunidade de Parelhas.
As
ações no combate ao mosquito da dengue
estão cada vez mais intensas no município.
Com mobilizações de agentes nas casas,
carros fumacê em circulação,
distribuição de folhetos e reuniões
administrativas, a Secretaria Municipal de Saúde
tenta amenizar o problema, que tende a se agravar
no período de chuvas. As atividades de combate
ao Aedes Aegypti são diárias e contam
com a participação intensiva de 48
agentes da equipe de endemia e comunitários
de saúde.
O
trabalho de alerta à população
está sendo feito também através
de rádio, e carro de som. “Se não
tivermos a ajuda e compreensão da população
o trabalho não funciona. É necessário
que as pessoas tenham consciência e façam
a parte delas”, apela Tarcísio.
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