DIA
10 DE OUTUBRO DIA NACIONAL DA SAÚDE MENTAL
“O que nos parece loucura nos outros não
é mais que a nossa incompreensão”.
Fernando
Sabino.
A Política Nacional de Saúde Mental,
apoiada na lei 10.216/02, busca consolidar um
modelo de atenção à saúde
mental aberto e de base comunitária. Isto
é, que garante a livre circulação
das pessoas com transtornos mentais pelos serviços,
comunidade e cidade, e oferece cuidados com base
nos recursos que a comunidade oferece.
O
CAPS I Parelhas é um serviço substitutivo
da esfera pública municipal, na atenção
à saúde mental dentro do contexto
da Reforma Sanitária e Psiquiátrica.
O CAPS vem a 05 anos desenvolvendo um excelente
trabalho no papel de cuidar sem excluir promovendo
CIDADANIA para além dos muros, onde os
usuários dos serviços são
tratados como cidadãos, com dignidade respeitada
e acolhimento por uma equipe multiprofissional
preparada dar a “atenção diária”
através de cuidados intensivos, tendo responsabilidade
constante com paciente, família e comunidade.
A equipe trabalha numa proposta inetrprofissional
com intervençoes multidisciplinares, composta
por um adminitrador, uma psiquiatra, uma psicologa,
duas assistentes sociais, um farmaceutico, uma
enfermeira, duas auxiliares de enfermagem e equipe
de apoio ( recepção, cozinha , ASGs
ente outras)
As
atividades terapêuticas, que vão
além de consultas e medicamentos, como
é o caso das práticas de atenção
psicossocial que dão uma ênfase maior
ao: criar, falar e escutar, buscando cuidar não
só da patologia, mas resgatar o convívio
social, sua cidadania e seus direitos perdidos.
É importante destacar que a interação
das pessoas na sociedade e a criação
de redes, laços de amizade, culturas, de
comunidade, de solidariedade não só
constituem importante base de apoio à pessoa
com transtorno mental e a famílias em momentos
de crise, como também impedem o adoecimento,
em determinados casos, a recaída.
“Que
saibamos lançar sobre eles olhos de inclusão,
que os possibilitem retomar as rédeas da
sua existência, resgatar a sua identidade,
dignidade, autoestima, autonomia, cidadania, ressocialização.
Que os muros sejam quebrados, muros esses do preconceito,
discriminação, dos estereótipos
negativos e possamos construir um mundo mais justo
e igualitário, exterminando todas as formas
de preconceito e exclusão social.”
Liliane Macedo.
Neste
caso o CAPS I Parelhas se legitimiza enquanto
instituição de co-responsabilidade
e não apenas de referência, onde
a equipe prioriza a participação
da intersetorialidade no cuidado com estes sujeitos
desconstruindo a exclusão, construindo
a desospitalização e fazendo surgir
a ressocialização. Vendo que exclusão
social desempenha papeis e atitudes preconceituosas
e segregadoras.
EQUIPE
CAPS I Parelhas
Atenciosamente,
CHANKLEA
ARAGÃO
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